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marina w. e as polaróides urbanas

O último sucesso de Miguel Falabella

por Marina W
do Rio de Janeiro
[16/02/2006]

Hotel Marina, Leblon, Rio de Janeiro, 11h00  -  Semana que vem, Miguel Falabella começa a dirigir seu primeiro filme, Polaróides Urbanas, baseado em sua peça Como Encher um Biquini Selvagem, sucesso total nos palcos do Rio. Ao migrar para o cinema, a personagem de Claudia Gimenez foi parar nas mãos de Marília Pêra que, coincidentemente, foi a primeira pessoa que dirigiu Falabella. E era sobre essas coisas que ele comentava numa rodinha, o modo como o mundo se movimenta, a importância de saber separar o que importa do que não importa, essas paradas. "A gente perde muito tempo em busca de alguma coisa e não existe nada, nada mesmo", disse. Comentei: "Você está meio zen" - minhas observações são sempre assim, geniais.

Miguel não pode mais ser chamado pela Veja de loura má. Seus cabelos estão grisalhos e rentes à cabeça. Além disso, parece mais calmo. "Já brinquei de tudo, fui vedete, carnavalesco e ainda sonho em desaparecer, sumir, vender sorvetes Häagen Dazs", delira. Embora seu projeto atual seja cinema, sua cabeça já está voltada para Império, musical que pretende dirigir, sobre parte da História do Brasil. A idéia nasceu em Paris, numa livraria Fnac, enquanto observava na prateleira de infantos-juvenis centenas de livros diferentes sobre o orgulho de ser francês. “Nós somos uma nação que tem um prato de brócolis na cabeça”.

Brócolis?

Acredita em inspiração, tema que eu gostaria de debater, e deu como exemplo a manga bordada da minha camisa, um penteado, um rosto, os vários elementos que podem se tornar lembranças úteis na hora de escrever. Me arrependi de não ter citado Rosa Montero. Para ilustrar, repetiu a frase de sua amiga Maria Carmem Barbosa: "Entre num quarto escuro e acenda a luz".

Dorme pouquíssimo porque não precisa de muito sono, "Sou totalmente seqüelado. Ontem fui dormir onze da noite, acordei 3 e 15 da madrugada e estou aqui". Estava mesmo com boa aparência, de calça preta e camisa estampada preta e branca. Ettore Scola é seu cineasta predileto, mas o filme fará uma linha mais Almodóvar, claro. Ele não tem medo de fracassar: "Perdi 500 mil reais com A Primeira Noite de um Homem. Às vezes perco, às vezes ganho. Não ter risco é um saco".

Sobre a já batida história de só trabalhar com amigos, repete que prefere estar cercado por pessoas que tenham o mesmo senso de humor que o dele. "Não me interesso por uma diva que não caia do salto", resume.  

Natália do Valle estava super bonita, de camisa de manga curta estilo romântico, quebrado por um cinto de couro trançado marrom. Marília Pêra é incrivelmente ossuda. Tinha um rapaz de Malhação que, evidente, não faço idéia de quem seja. “É meu Gael Garcia”, disse o diretor exagerando um pouco. A bem da verdade, muito.

Bruno Barreto, produtor artístico do projeto, usava camiseta polo e falava sobre seu próximo filme, uma versão ficcional do documentário Ônibus 174, provisoriamente chamado de Infância Roubada. Estava empolgado "A clave é Charles Dickens nas ruas do Rio", resumiu. Bruno comentou também que Tony Ramos não perde para Cary Grant, no filme de Daniel Filho. "Eles estão ali", disse, juntando os dedos para mostrar empate.

Clave?

Em Polaróides Urbanas, Marília Pêra interpreta Magali, uma dona-de-casa que se refugia no teatro para não pensar na própria vida, e Arlette Salles é uma atriz famosa que precisa entrar no palco mas é atacada por uma síndrome do pânico. Suas histórias se cruzam, tendo como ponto comum uma psicóloga, vivida por Natália do Valle. O filme ainda tem no elenco Marcos Caruso, Otávio Augusto, Stella Miranda, Neuza Borges, Berta Loran e outros famosos. Falabella está otimista: “Sou paranóico ao contrário, acho que todo o universo conspira a meu favor”.

Pior que conspira.

Foto: Renata Dillon

*Marina W é jornalista, carioca, e autora do Caderno de Cinema de Marina W.  Além disso, mantém um dos blogs mais lidos da Internet e assina a ParadoWxo todas as quintas-feiras.



Paula M.  -  Floripa  -  17/02/2006 ~ 11:25
Só de imaginar o que vem por aí me dá calafrios. Lá vem o cinema brasileiro com suas imbecilidades nacionalistas, incrustado com o sebo do lugar-comum. Continuo esperando pelo dia que alguém vai aparecer com uma câmera na mão e dizer "O Brasil precisa ser implodido para ser construído de novo". Aí quem sabe, o cinema vai funcionar.

Marcus  -  da Redação  -  17/02/2006 ~ 12:50
Quanto pré-conceito, Paula. Eu espeor coisa boa... há bons anos que prefiro sempre esperar coisa boa do cinema nacional e me decepcionar depois. Foi-se o tempo em que se fazia coisa trash e achava lindo. Hoje a exigência de qualidade é maior, até porque as tecnologias cinematográficas enfim chegaram ao País. Open your mind, girl :)

Aline  -  Rio de Janeiro  -  17/02/2006 ~ 14:11
O nome da peça é Como Encher um biquini selvagem...

Marcia P.  -  São Paulo  -  17/02/2006 ~ 15:46
Sempre tive receio do cinema brasileiro, mas depois de "Se eu fosse voce", perdi o preconceito. E sob a batuta do Falabella, só pode ser coisa boa!

marina  -  RJ  -  17/02/2006 ~ 16:39
Encher? Obrigada, Aline. Jurava que era rechear. Beijo

Clarah  -  Guarulhos  -  17/02/2006 ~ 18:46
A única diferença entre o Malhação e o Gael, é que o Gael é ator, né?! :) As coisas do Falabella costumam ser legais, espero que o filme tão bom quanto os outros programas que ele faz.

Sandra Araujo  -  18/02/2006 ~ 15:31
Gente que diz que “sempre teve receio e preconceito” com o cinema brasileiro não sabe o que é e o que representa o cinema brasileiro. Dizer isso é cair no lugar comum propagado por muita gente que não gastou a retina assistindo enlatados americanos. E que o perdeu depois que assistiu “Se eu Fosse Você” está ignorando toda uma rica história de nossa sétima arte e demonstra o quanto as pessoas são calcadas na estética televisiva. Cinema Nacional é muito mais do que essas amostras marqueteiras surgidas após a criação da Embrafilme. Falabella é mais um... Vamos enxergar, conhecer e saber realmente o que o cinema nacional...

Pedro faria  -  19/02/2006 ~ 12:24
sandra, valeu!!! seu comentário fechou a questão.

marina w.  -  19/02/2006 ~ 17:12
Também não gosto de filmes brasileiros tipo Globo filmes. Vi alguns que, socorro. Quero meu dinheiro de volta. Mas todo mundo diz que vale à pena ver o Tony Ramos. O do Falabella não faço idéia do que vai ser. Mas como ele é tipo Midas...

Haline  -  RIO DE JANEIRO  -  20/02/2006 ~ 12:17
Eu AMO cinema brasileiro! Tem porcaria ? Lógico que tem, mas e os enlatados americanos que nos enfiam goela abaixo ? Ao menos podemos ver belas atuações, pq pra mim nossos atores são de altissimo nível e o que há de ruim por aqui é o melhor que se consegue por lá.

marina w.  -  Rio  -  20/02/2006 ~ 16:19
Tenho visto ótimos filmes brasileiros e da última leva o que eu mais gostei fui Aspirinas, urubus etc. É muito execelente!!

Paula M.  -  Floripa  -  20/02/2006 ~ 18:36
Sandra Araújo, o que é o verdadeiro cinema nacional? Glauber Rocha dando close em terra ressequida, ou em boca de criança nordestina com malária? Bye Bye Brasil? Por favor. E nenhum americano enfia nada na goela de ninguém. Eles produzem o que as pessoas assistem no mundo todo. Fazem pesquisa de mercado. As pessoas querem assistir filmes do gênero Titanic. Dá dinheiro, é o capitalismo, grana, bufunfa pra esse mundo continuar girando. Ninguém é obrigado a assistir filme ruim. E pelo fato de eu ser brasileira, sou obrigada a assistir os filmes ruins que são feitos aqui e achar que isso é muito bacana da minha parte porque "é o cinema nacional". O cinema brasileiro é vergonhoso, e sim, por eu ser brasileira gostaria que tivéssemos coisas melhores. Quem enfia coisa na minha goela são os nacionalistas.Eu respeito mais o filme do Didi do que Glauber Rocha. Pelo menos o Didi reconhece que o que ele faz não é arte. Falsa pretensão,comigo não.

JPaulo  -  sp  -  21/02/2006 ~ 00:46
Paula, você não acha que o seu pensamento é muito "Ah, pobre gosta é de baixaria, então demos isso a eles". Pra mim, foi isso o que você quis dizer aqui ó: 'As pessoas querem assistir filmes do gênero Titanic'. Pensamentozinho bem tosco na minha opinião.

Paula M.  -  Floripa  -  21/02/2006 ~ 10:20
Não meu querido, meu pensamento não foi nada tosco. Pessoas consomem lixo todos os dias. Não precisa ser rico ou pobre, a cultura inútil está em todos os lugares. E as pessoas consomem achando que é "oh tão bacana". O livro da Bruna Surfistinha está aí para provar. As pessoas em geral consomem lixo. Mesmo as que se acham muito cultas. Em nenhum momento disse que era coisa de gente pobre. O comentário tosco aqui é o seu.

marina  -  Rio  -  22/02/2006 ~ 02:28
acho que existem filmes bons e filmes ruins e a nacionalidade não tem nada a ver com isso eu gosto muito dos argentinos.

Sandra Araujo  -  São Paulo - Sp  -  22/02/2006 ~ 10:10
Paula. Sua visão é duplamente preconceituosa – Às crianças nordestinas e ao cinema brasileiro. Você disse: “E nenhum americano enfia nada na goela de ninguém”. Eu não sei se você sabe, mas a indústria cinematográfica americana é a segunda maior nos Estados Unidos. Só perde para a indústria bélica. Você acha que ela ocupa privilegiada posição por que só atende ao mercado externo. Você, por acaso, sabe qual o lobby e a pressão que as produtoras americanas (as majors) exercem em países como o Brasil? Como é desigual

Luana Castelo  -  São Paulo - SP  -  22/02/2006 ~ 10:16
Vou me estender por que o assunto é sério. Paula, sua visão é reducionista e sem conhecimento de causa. È minimalista também falar que existe cinema bom e ruim em qualquer independente de sua nacionalidade. Isso é meio óbvio. A questão é puramente estética... Resumindo: Glauber quebra a sua cuca no meio com o seu discurso, seus planos, sua montagem, sua linguagem. Já a Globo Filmes faz com que olhe o Brasil como um país lindo e maravilhoso. Burguês! Mas se você não gosta de pensar, não posso fazer nada...

Luana Castelo  -  São Paulo - SP  -  22/02/2006 ~ 10:18
A questão é puramente técnica e estética mesmo - que vai da escolha do argumento, confecção de roteiro, passando pela escolha dos mesmos rostos na tela, até chegar aquele produto muito próximo do que você vê em casa - ou seja, minisséries e novelas. O resultado embaça os olhos do espectador.

Sandra Araujo  -  São Paulo - SP  -  22/02/2006 ~ 10:23
AS PESSOAS DIZEM - O CINEMA BRASILEIRO É VERGONHOSO. ISSO É TÍPICO DE QUEM NÃO CONHECE OS FILMES PRODUZIDOS AQUI. EM QUALQUER ÉPOCA - CINÉDIA, ALTÂNTIDA, VERA CRUZ, MARISTELA, CINEMA NOVO, MARGINAL... AÍ VEM COM ESSAS CONCLUSÕES PIFIAS QUERENDO DESMORALIZAR OS FILMES PRODUZIDOS AQUI. VÁ ASSISTIR STAR WARS 1,2,3,4,5...

Paula M.  -  Floripa  -  22/02/2006 ~ 14:10
Faça me rir. Ficam venerando cadáveres do cinema antigo. Citaram Atlândida! Cinema Novo...me seguro para não soltar um palavrão. Que piada. O cinema nacional não se segura porque tem roteiros fracos e imbecis. Sempre foram. Edição de imagens que parecem ter sido feitas por um retardado. Trilha sonora com Caetano. Pessoas gritando palavrões, escatologias por todos os lados. Tomadas inúteis com narrações de poesias concretas. Nauseante! Ninguém sabe fazer cinema aqui! O Brasil é uma merda nesse aspecto e ninguém quer assumir porque acha importante apreciar o que é nosso. Pois bem, só aprecio o que é bom. Se for nosso, americano ou da casa do chapéu, é válido se é bom. Ao contrário do que suas cabecinhas nacionalistas e cheias de "amarelo manga", eu não sou fã do cinema americano. Sou fã do cinema bom. E me aparecem aqui defendendo toda essa pataquada, com argumentos velhos e ensebados. Já me colocaram no patamar de quem gosta de star wars. "Quem não gosta de cinema nacional gosta de cinema enlatado".Quanta falta de lógica. Não ofendi crianças nordestinas. A questão é que não admiro a imagem de uma criança com catarro verde saindo do nariz como um símbolo da miséria nacional, procurando poesia nessa coisa e achar que todo filme que coloca essa imagem é "Bonito e tem valor". Isso é símbolo da burrice e do comodismo nacional.Assim como nosso cinema: Pobre e catarrento, cheio de piedade dos nacionalistas.

Paula M.  -  Floripa  -  22/02/2006 ~ 14:23
Ah e nunca ri tanto quando disseram "Glauber quebra sua cuca no meio com seu discurso". O discurso de Glauber é tão válido quanto um pirulito babado.

Marcus Cardoso  -  da Redação  -  22/02/2006 ~ 14:29
Meninas, meninas... olha a "baixaria". Vamos com calma. Que tal continuarem essa discussão 'filosófica' por e-mail, afinal eles estão listado aqui. Além do quê, Paula, baseada em que argumento você está desmerecendo o discurso de Glauber Rocha?

Paula M.  -  Floripa  -  22/02/2006 ~ 15:36
"Um filme de cinema novo é polêmico antes, durante e depois de sua projeção, e o dado concreto de sua existência é um elemento novo no paraíso de inércia". Se isso valer mais que um pirulito babado, parabéns para quem gosta do sujeito. Encerro por aqui. Cada um se contenta com aquilo que seu cérebro pode suportar. É certo portanto, que voês contentem-se com Glauber Rocha. E sorriam felizes.

Jairo Lavia  -  São Paulo - SP  -  22/02/2006 ~ 16:01
Depois de ler esse amaranhado de palavras da Paula chego a duas hipóteses – Ou esta tal de Paula é uma intelectual super dotada, PHD em cinema, ou não passa de uma pessoa jogando letrinhas para o ar. Solte seu palavrão, fique a vontade para expressar suas opiniões se assim preferir. Você não sabe separar o joio do trigo, para você o cinema brasileiro não passa de películas “pobres e catarrentas, cheia de piedades e nacionalismo”. Lhe convido a pegar um avião para São Paulo imediatamente e dar um pulo até o Centro Cultural Banco do Brasil. Lá acontece uma mostra intitulada “A Montagem no Cinema”, no qual são apresentados 34 produções brasileiras sobre a ótica do que você chama de “feitas por um retardado”. Por R$ 8 você compra um livro com textos de gente que entende de cinema brasileiro como Ruy Gardnier, Jean Claude Bernadet, Ismail Xavier, Paulo Sacramento entre outros. São filmes, minha cara, da época da Atlântida, Vera Cruz, Cinema Novo, anos 80 que tanto você desdenhou. Eu tenho minhas dúvidas se pessoas como você, que adoram criticar o cinema (e também qualquer tipo de arte feita nesse país) tenha assistido a maior parte desses filmes. Nenhum deles com trilha sonora de Caetano Veloso, nem palavrões e escatologias para todos os lados – apesar de não achar isso prerrogativas para classificar um filme como “excelente”, “bom” ou “ruim”. Você é uma pessoa preconceituosa sim, não só ao cinema brasileiro, mas com o povo brasileiro. A realidade lhe arde os olhos, dói se deparar com a aridez do sertão, é melhor contemplar o azul das praias de Florianópolis e os corpos bronzeados ardendo ao sol de Santa Catarina. Enquanto isso... Pessoas como você preferem ver um mundo colorido, “sem o catarro verde saindo do nariz e a miséria exposta nas telas”. Isso sim eu chamo de burrice e de comodismo nacional.

Jairo Lavia  -  São Paulo - SP  -  22/02/2006 ~ 16:08
Encerrou tarde... Uma dúzia de palavras bastou para saber que você não gosta de cinema brasileiro e também não consegue explicar o porquê não gosta.

Adivinha Quem  -  Que diferença faz.  -  22/02/2006 ~ 17:26
Mais um sujeito "espaço cultural banco do brasil". Típico. Falando de miséria exposta. Brasil é uma miséria exposta. Assim como todas as simbologias brasileiras. Eu quero amar meu país. Por isso odeio imbecis que insistem em arrastar filmecos desconhecidos dos anos 80 como obras de arte. Não sou Phd em porra nenhuma meu caro. Meu país insiste em achar a ingenuidade bonita, a pobreza poética, a mistificação simbólica. Isso é coisa de país medíocre. Já me aventurei em mostras de cinema. Diversas delas. Várias foram perda de tempo, assim como perco meu tempo com vocês. Meu primeiro comentário disse o que eu penso. É preciso destruir tudo o que vocês acreditam ser "genuinamente brasileiro" para reconstruir uma nova postura. O orgulho que vocês têm do cinema nacional mostra o quanto vocês precisam se reciclar. Agora vou voltar para minha praia com loiros de olhos azuis, e enquanto tomo meu champagne, furo os olhos de crianças nordestinas com lepra. Sou nazista também, não notaram? Pensei que tivessem. Hahaha!! (risada perversa enquanto a monstra sobe na vassoura e sai pelo céu). Vocês são todos iguais.

Jairo Lavia  -  Da Redação  -  22/02/2006 ~ 17:47
Alguém aqui falou em “obra de arte”. Não! Apenas citei algumas etapas do cinema brasileiro e nenhum filme – não classifiquei nenhum Glauber Rocha nesse patamar. Você ama seu país, mas, ao mesmo tempo, o acha medíocre. Já que perde seu tempo conosco – pobres mortais, todos iguais - e você é um ser pensante que arrumou uma fórmula redundante e minimalista de falar mal do cinema brasileiro, é melhor que aprecie a praia e o loiro de olhos azuis. Deve ser muito mais prazeroso do que ficar em frente a um computador gastando seus neurônios em vão, ou se esforçar para entender um bom filme brasileiro. Se quiser lhe envio uma lista enorme deles...

Agá  -  Brasília  -  23/02/2006 ~ 12:33
Que coisa!

 
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